Empresas que querem criar experiências digitais de alto nível precisam de processos de design estruturados, com colaboração real entre equipes técnicas e de negócio. O Figma chegou para centralizar essas demandas: design, prototipagem e entrega, tudo no mesmo ambiente. Neste artigo, apresentamos 12 razões práticas para considerar essa mudança estratégica e transformar o modo como sua equipe entrega tecnologia.
Quando faz sentido migrar: o contexto do design colaborativo
No cenário atual, o design vai além do visual. Ele faz parte de decisões técnicas, estratégias de negócio e expectativas dos usuários. Empresas digitais de destaque alinham usabilidade, tecnologia e marca para se manterem competitivas. Estudos da Universidade de São Paulo confirmam que equipes remotas enfrentam desafios na colaboração de design, mas a integração de ferramentas digitais reduz barreiras e aumenta o alinhamento.
O Figma foi criado para equipes que precisam:
- Criar rapidamente interfaces para múltiplos projetos e plataformas
- Centralizar todo o fluxo de design, do briefing à entrega para desenvolvedores
- Colaborar em tempo real, com feedback instantâneo
- Manter consistência visual em todos os produtos
- Atuar em times distribuídos, híbridos ou remotos, sem depender de instalações locais
Esse contexto se encaixa para equipes de tecnologia, engenharia, produto e UX que buscam agilidade e redução de retrabalho, além de times que precisam de governança sobre componentes, bibliotecas e fluxos de aprovação.

Passo a passo: 12 motivos práticos para migrar para o Figma
Listamos os principais motivos, com exemplos do dia a dia, mostrando como o Figma responde aos desafios atuais de design colaborativo.
- Plataforma 100% na nuvem: Acesse seus arquivos de qualquer dispositivo, sem instalações. De home office ao escritório, tudo acontece online e seguro.
- Colaboração em tempo real: Vários usuários editam o mesmo arquivo, veem o cursor uns dos outros e acompanham ajustes ao vivo. Isso elimina a necessidade de enviar versões para aprovação.
- Comentários e feedback centralizados: Marque elementos, discuta pontos e siga decisões diretamente na interface, mantendo o histórico acessível e transparente.
- Componentes reutilizáveis: Crie botões, campos e módulos que podem ser usados em diferentes projetos, garantindo padrões e economizando tempo.
- Bibliotecas compartilhadas: Times trabalham em conjunto com assets, estilos e ícones unificados. Mudanças em um único componente se atualizam automaticamente em todo o sistema.
- Protótipos interativos rápidos: Monte fluxos navegáveis, simule experiências e valide ideias junto a clientes ou usuários internos, tudo dentro do mesmo ambiente.
- Hand-off automatizado para desenvolvedores: O Figma gera especificações e facilita a transferência de arquivos para squads de tecnologia, com exportação organizada e integração fácil.
- Controle de versões e histórico: Revise, recupere ou compare alterações anteriores. Nada se perde e as equipes ganham rastreabilidade real.
- Gestão visual e organização: Estruture páginas, frames e fluxos, permitindo visualizar projetos complexos de forma simples.
- Estilos globais: Paletas de cores, fontes e espaçamentos ficam centralizados, evitando retrabalho e erros de consistência visual.
- Integração completa: Do design à prototipagem e documentação, todo o ciclo acontece no mesmo local – inclusive automações com plugins especializados e integrações API.
- Acesso facilitado para stakeholders: Designers, devs, produto e partes interessadas acessam arquivos sem barreiras, direto pelo navegador.
Na prática, usamos o Figma diariamente para:
- Desenhar layouts de sites, apps e sistemas corporativos
- Criar protótipos navegáveis para testes de usabilidade
- Aproveitar e atualizar componentes já existentes
- Gerenciar bibliotecas com ícones, ilustrações e estilos
- Aplicar feedback de clientes em tempo real, sem sair do arquivo
- Preparar materiais de handoff completos para os times de engenharia
Menos arquivos duplicados, mais tempo para inovar.
O papel do design nos resultados do negócio
O impacto do design não se limita à estética. UX sólido melhora conversão, reduz erros e eleva a percepção de marca. Segundo artigo publicado na Gestão & Tecnologia de Projetos, processos integrados entre design e engenharia impulsionam resultados práticos e inovação. Ou seja, times que adotam design colaborativo agilizam entregas sem comprometer qualidade.
Na era digital, empresas que investem em design sistemático:
- Diminuem retrabalho e custos com revisões tardias
- Respondem rapidamente a demandas do negócio
- Acertam mais na experiência real do usuário final
- Alcançam diferenciação de marca em segmentos disputados
O uso inteligente de plataformas digitais, como discute estudo da Universidade Estadual de Londrina, impulsiona a qualidade dos projetos e aumenta a satisfação dos stakeholders.
Erros comuns ao migrar e como evitar
Nossa experiência com implantação e treinamento aponta para três pontos de atenção ao adotar o Figma:
- Ignorar a necessidade de alinhamento entre áreas técnicas e negócios: é fundamental definir processos claros e envolver todos desde o início.
- Não estruturar bibliotecas e componentes globais: sem governança, a consistência visual se perde e surgem retrabalhos.
- Deixar de capacitar equipes em recursos colaborativos: o diferencial do Figma está justamente no uso coletivo; treinamentos devem incluir feedback, prototipação e documentação.
Adotar uma nova ferramenta exigirá revisão dos processos, não apenas migração de arquivos.
Temas como integração de fluxos, automatização e digitalização podem ser aprofundados em nosso conteúdo sobre processos digitais e novas tecnologias.
Checklist para uma adoção bem-sucedida
Separamos um roteiro prático para iniciar sua transição:
- Mapear as dificuldades atuais de design e prototipação
- Definir responsáveis e papéis no processo colaborativo
- Estruturar bibliotecas de componentes e estilos
- Planejar treinamentos com exemplos do cotidiano da equipe
- Estabelecer boas práticas para versionamento e feedback
- Ajustar integrações com fluxos de dev, produto e QA
- Acompanhar métricas de uso e satisfação da equipe
Ao seguir esse passo a passo, a chance de sucesso cresce e o impacto é visível nos entregáveis do time. Para cases práticos, sugerimos também os artigos em inovação e soluções digitais.

Por que o Figma faz diferença em ambientes corporativos?
O ambiente 100% online do Figma remove barreiras de colaboração, principalmente para times distribuídos globalmente. Equipes deixam de “enviar arquivos” e passam a “compartilhar links”, todos trabalhando na última versão.
Isso destrava ganhos em:
- Velocidade de aprovação (menos e-mails, mais decisões em tempo real)
- Eliminação de versões antigas e duplicadas
- Transparência, rastreabilidade e governança dos projetos
- Inclusão de profissionais não designers no fluxo criativo
- Automação com plugins e recursos de Inteligência Artificial
Estudo da PwC mostra que a adoção de tecnologias avançadas pode aumentar a produtividade em até cinco vezes, destacando o valor do Figma para times que desejam acelerar entregas sem perder qualidade.
Quer mais exemplos e insights? O artigo Prototipação rápida: estratégias para o seu time evoluir explora novas abordagens em design digital.
Conclusão: design colaborativo é estratégia, não só ferramenta
O Figma potencializa estratégias de negócios ao unir design, tecnologia e pessoas. Com todos no mesmo ambiente, equipes ampliam o impacto do design e reduzem as barreiras à colaboração. E com mais de dez anos de mercado, a plataforma segue ajudando organizações que querem inovar, enxugar custos e criar experiências digitais inesquecíveis.
Se você precisa de orientação de licenciamento, implantação ou boas práticas para Figma, fale com a Duoware para avaliar o melhor cenário.
Perguntas frequentes sobre uso colaborativo do Figma
O que é design colaborativo no Figma?
Design colaborativo no Figma é quando múltiplos membros de uma equipe trabalham juntos, em tempo real, no mesmo arquivo de design. Cada alteração é visível instantaneamente, facilitando feedback, discussões e decisões conjuntas, sem depender de envios de arquivos e versões dispersas.
Como migrar minha equipe para o Figma?
Sugerimos estruturar a transição em etapas: mapear os processos atuais, organizar os arquivos e componentes existentes, planejar treinamentos para toda a equipe e definir responsáveis por bibliotecas e governança. É importante envolver áreas de TI, design e produto desde o início, documentando as novas rotinas de trabalho.
Vale a pena usar o Figma em equipe?
Sim, o Figma foi criado justamente para trabalho em equipe, facilitando a colaboração, rastreabilidade de decisões e consistência de design em projetos complexos. O ganho de tempo na comunicação e redução de retrabalhos costuma ser percebido nas primeiras semanas de uso em ambientes corporativos.
Quais são as principais vantagens do Figma?
Entre os principais diferenciais destacamos: acesso online, edição simultânea, handoff automatizado, componentes reutilizáveis, bibliotecas compartilhadas, estilos globais e histórico de versões sempre à mão.
Como funciona o compartilhamento no Figma?
O Figma permite compartilhar arquivos por meio de links, controlando permissões de edição, visualização ou comentários para cada integrante ou stakeholder. Isso elimina envio de anexos e garante que todos colaborem sempre na versão mais atual do projeto.





